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21 Sep
O caso de… Sali Soares

Fique a conhecer o caso de Sali Soares, uma jovem produtora de Idanha-a-Nova, que se aventurou na produção de melancia sem semente.

Sali Soares

1 – Quais foram as grandes mais-valias da participação na Academia do Centro de Frutologia Compal?

A Academia do Centro de Frutologia forneceu-me formação teórica e prática com Professores e pessoas experientes. Quando estamos a iniciar e/ou a pensar investir nesta atividade é fundamental conhecermos bem este mundo, pois não é como normalmente se julga ser. Obtive, também, novos contactos não só com os meus colegas de formação como também de todas as pessoas envolvidas nesta Academia.

 

2 – Na fruticultura qual é a sua atividade?

A minha atividade principal é a produção hortofrutícola. Iniciei a minha atividade com a produção de melancia e posteriormente instalei um pomar com diversas árvores de frutos, das quais se destacam os dióspiros, romãs, ameixas e marmelos. Neste momento entrego toda a minha produção às Hortas D’Idanha S.A., que têm como função juntar e escoar os produtos dos produtores da região.

3 – O que o levou a escolher a fruticultura como atividade?

Começou com um desafio (ou mais uma teimosice) de um amigo agricultor, mas depois comecei a gostar. E para se estar nesta atividade é preciso mesmo gostar do que se faz, porque nem sempre é fácil. A minha família nunca teve terrenos, no entanto o incentivo que me deu para arriscar, experimentar e continuar foi muito importante e fundamental.

4 – Pode-nos contar como é o seu dia-a-dia?

O meu dia-a-dia é de casa para o campo e do campo para casa. Quando se está no início de uma atividade como é a agricultura por conta própria pouco tempo sobra para hobbies, férias e até mesmo descanso.