enciclopédia da fruta

A pera é o fruto comestível da pereira, nativa da Europa Oriental e da Ásia Ocidental, mas cresce em todas as regiões temperadas do mundo, representando uma das mais importantes frutas destas regiões. 

ORIGEM E HISTÓRIA



O género Pyrus (família Rosaceae) evoluiu provavelmente durante o Período Terciário  , no sopé das montanhas de Tian Shen, na província de Xinjiang, na zona mais ocidental da China. Espalhou-se depois, tanto para Este como para Oeste, adaptando-se e dando origem à especiação.

Vavilov (1951) identificou 3 geografias chave para o início da diversificação do género pyrus: China, Ásia Central e Leste da Ásia Menor (Anatólia), onde se acredita ser o local de origem das espécies domesticadas P. communis.

Os cultivares modernos com origem na Europa, por outro lado, são considerados como fonte dos mais deliciosos frutos, combinando uma textura amanteigada, untuosa e sumarenta com um sabor e aroma muito ricos. Já as peras asiáticas, provenientes da China e do Japão são caracterizadas pela sua textura crocante e sabor adocicado. Apesar destas espécies não serem extensamente cultivadas noutras geografias, as plantações em várias zonas do mundo têm aumentado nas últimas décadas.

As peras também são conhecidas pelo seu nome japonês “nashi” ou “nihon nashi”. O primeiro registo escrito da produção de pera na Europa data de 1000 d.c., escrita por Homero, na Grécia, que afirma que as peras eram um dos “presentes de Deus”. A produção de pera afirmou-se na Grécia, onde foram propagados vários cultivares. No século XVIII na Bélgica e em França foram feitos grandes avanços na seleção dos cultivares mais amanteigados, nomeadamente “Beurré Bosc” e “Doyenné du Comice”.

O género Pyrus (família Rosaceae) evoluiu provavelmente durante o Período Terciário  , no sopé das montanhas de Tian Shen, na província de Xinjiang, na zona mais ocidental da China. Espalhou-se depois, tanto para Este como para Oeste, adaptando-se e dando origem à especiação.

Vavilov (1951) identificou 3 geografias chave para o início da diversificação do género pyrus: China, Ásia Central e Leste da Ásia Menor (Anatólia), onde se acredita ser o local de origem das espécies domesticadas P. communis.

Os cultivares modernos com origem na Europa, por outro lado, são considerados como fonte dos mais deliciosos frutos, combinando uma textura amanteigada, untuosa e sumarenta com um sabor e aroma muito ricos. Já as peras asiáticas, provenientes da China e do Japão são caracterizadas pela sua textura crocante e sabor adocicado. Apesar destas espécies não serem extensamente cultivadas noutras geografias, as plantações em várias zonas do mundo têm aumentado nas últimas décadas.

As peras também são conhecidas pelo seu nome japonês “nashi” ou “nihon nashi”. O primeiro registo escrito da produção de pera na Europa data de 1000 d.c., escrita por Homero, na Grécia, que afirma que as peras eram um dos “presentes de Deus”. A produção de pera afirmou-se na Grécia, onde foram propagados vários cultivares. No século XVIII na Bélgica e em França foram feitos grandes avanços na seleção dos cultivares mais amanteigados, nomeadamente “Beurré Bosc” e “Doyenné du Comice”.

CLASSIFICAÇÃO
TAXONÓMICA

Reino: Plantae

Divisão: Magnoliophyta

Classe: Magnoliopsida

Ordem: Rosales

Família: Rosaceae

Gênero: Pyrus

O género Pyrus pertence à subfamília Pomoideae – da família Rosaceae – e é classificado em espécies primárias e em espécies não primárias (variedades botânicas, subespécies ou híbridos), que na sua maioria são de geração espontânea. Este género é caracterizado por ter 17 cromossomas e acredita-se ter tido origem em duas formas primitivas: Prunoidae e Spiraeoideae com 8 e 9 cromossomas, respetivamente. 

Existem espécies que são utilizadas para produzir frutos para consumo e outros para fins meramente ornamentais. As espécies que são utilizadas para plantação variam em todo o mundo, consoante as espécies indígenas de cada local. As espécies principais são: Pyrus communis L. (Europa), P. x bretschneideri Rehd. (China), P. pyrifolia (Burm.) Nak. (China, Japão, Coreia e Taiwan), P. sinkiangensis Yu (Noroeste da China), P. ussuriensis Max. (Sibéria, Norte da China, Coreia e Manchúria (vasta região no leste da Ásia). Entre todas estas, a Pyrus communis (e as suas subespécies) é a mais difundida. 

Relativamente aos cultivares/variedades de maior importância, variam de acordo com a região e país, mas na Comunidade Europeia os mais relevantes são: “Conference” (26,2%), “William’s” (12%), “Abbé Fétel” (11,6%), “Blanquilla” (9,3%), “Rocha” (5%), “Beurré Bosc” (2,7%), entre outros. Nos EUA domina o cultivar “William’s” (52%), enquanto que na Argentina, Chile, Austrália e América do Sul o maior cultivar é “Packham’s Triumph”.

O género Pyrus pertence à subfamília Pomoideae – da família Rosaceae – e é classificado em espécies primárias e em espécies não primárias (variedades botânicas, subespécies ou híbridos), que na sua maioria são de geração espontânea. Este género é caracterizado por ter 17 cromossomas e acredita-se ter tido origem em duas formas primitivas: Prunoidae e Spiraeoideae com 8 e 9 cromossomas, respetivamente. 

Existem espécies que são utilizadas para produzir frutos para consumo e outros para fins meramente ornamentais. As espécies que são utilizadas para plantação variam em todo o mundo, consoante as espécies indígenas de cada local. As espécies principais são: Pyrus communis L. (Europa), P. x bretschneideri Rehd. (China), P. pyrifolia (Burm.) Nak. (China, Japão, Coreia e Taiwan), P. sinkiangensis Yu (Noroeste da China), P. ussuriensis Max. (Sibéria, Norte da China, Coreia e Manchúria (vasta região no leste da Ásia). Entre todas estas, a Pyrus communis (e as suas subespécies) é a mais difundida. 

Relativamente aos cultivares/variedades de maior importância, variam de acordo com a região e país, mas na Comunidade Europeia os mais relevantes são: “Conference” (26,2%), “William’s” (12%), “Abbé Fétel” (11,6%), “Blanquilla” (9,3%), “Rocha” (5%), “Beurré Bosc” (2,7%), entre outros. Nos EUA domina o cultivar “William’s” (52%), enquanto que na Argentina, Chile, Austrália e América do Sul o maior cultivar é “Packham’s Triumph”.

  • CONFERENCE

    Introduzido em 1895, este cultivar foi assim denominado devido à “British National Pear Conference” de 1885. Tem uma forma alongada e uma cor verde clara. A árvore é altamente produtiva e é o maior cultivar no Reino Unido e na Europa Ocidental.

  • WILLIAM’S

    É o cultivar de pera mais importante para os mercados de frescos e de produtos processados à base do fruto.
    Surgiu em 1770 e tem um sabor único.

  • ABBÉ FÉTEL

    Originado em França em 1866 tem uma forma alongada e um toque avermelhado na casca. O local onde é produzido em maior volume é em Itália.

  • BRANQUILLA

    É o maior cultivar em Espanha e não é produzido com expressão em mais nenhum local.

  • ROCHA

    É uma variedade descoberta por volta de 1836, comercializada com expressão apenas em Portugal.

BOTÂNICA



As plantas de todas as espécies do género Pyrus são árvores ou grandes arbustos de folha caduca, podendo chegar a uma altura de 24m e a troncos de 1,2m de diâmetro.

A casca do tronco é lisa ou escamosa, dependendo da espécie. As folhas são alternadas e simples e há crescimento de flor, que nas peras Europeias ocorre 4 a 8 semanas após a floração das peras asiáticas. O tamanho dos frutos é muito variável, mas têm de forma geral uma polpa muito suculenta que pode ser macia ou granulosa. As sementes são pretas ou castanhas escuras quando estão maduras.

A forma do fruto também é variável e a cor da casca pode ser de amarela a esverdeada clara quando está a amadurecer, ou coberta por um tom entre o castanho e o avermelhado.

O crescimento dos frutos segue uma curva sigmoide, com a maturação a ocorrer 90 a 200 dias depois da floração. Os frutos das árvores europeias são colhidos ainda numa fase em verde, que ocorre imediatamente antes do ritmo de crescimento diminuir.
A firmeza da polpa é o indicador mais confiável de maturidade, mas a pressão ótima varia dependendo do cultivar. A firmeza da polpa diminui com o aumento da maturidade. Outros indicadores incluem a cor da casca e o conteúdo em amido.

O amadurecimento é acompanhado pela diminuição da acidez e do conteúdo em amido e um consequente aumento no conteúdo em açúcar e pectina.
Deficiências nutricionais e interações com o ambiente pré-colheita podem resultar em concentrações de cálcio mais baixas e em consequentes desequilíbrios fisiológicos depois da colheita. Para além destes desequilíbrios resultantes da interação com o meio, a pera está sujeita a diversos agentes patogénicos que podem resultar na perda dos frutos, troncos ou mesmo árvores.

O período de colheita manual das peras é feito durante um período entre 7 a 14 dias, dependendo da maturação dos frutos. O movimento para a apanha deve ser efetuado com uma torção, de baixo para cima, e não puxar, para evitar que a haste se separe do resto do fruto.
Depois de colhidos, os frutos devem ser preservados a uma temperatura entre 1ºC e 0ºC, com uma humidade relativa entre 90% e 95%.
O tempo de vida em ambiente normal é de aproximadamente 3 meses, mas pode ser mais, dependendo dos cultivares.
Se os frutos forem conservados em ambiente de atmosfera controlada, o tempo de vida aumenta substancialmente, podendo atingir os 12 meses.

As plantas de todas as espécies do género Pyrus são árvores ou grandes arbustos de folha caduca, podendo chegar a uma altura de 24m e a troncos de 1,2m de diâmetro.

A casca do tronco é lisa ou escamosa, dependendo da espécie. As folhas são alternadas e simples e há crescimento de flor, que nas peras Europeias ocorre 4 a 8 semanas após a floração das peras asiáticas. O tamanho dos frutos é muito variável, mas têm de forma geral uma polpa muito suculenta que pode ser macia ou granulosa. As sementes são pretas ou castanhas escuras quando estão maduras.

A forma do fruto também é variável e a cor da casca pode ser de amarela a esverdeada clara quando está a amadurecer, ou coberta por um tom entre o castanho e o avermelhado.

O crescimento dos frutos segue uma curva sigmoide, com a maturação a ocorrer 90 a 200 dias depois da floração. Os frutos das árvores europeias são colhidos ainda numa fase em verde, que ocorre imediatamente antes do ritmo de crescimento diminuir.
A firmeza da polpa é o indicador mais confiável de maturidade, mas a pressão ótima varia dependendo do cultivar. A firmeza da polpa diminui com o aumento da maturidade. Outros indicadores incluem a cor da casca e o conteúdo em amido.

O amadurecimento é acompanhado pela diminuição da acidez e do conteúdo em amido e um consequente aumento no conteúdo em açúcar e pectina.
Deficiências nutricionais e interações com o ambiente pré-colheita podem resultar em concentrações de cálcio mais baixas e em consequentes desequilíbrios fisiológicos depois da colheita. Para além destes desequilíbrios resultantes da interação com o meio, a pera está sujeita a diversos agentes patogénicos que podem resultar na perda dos frutos, troncos ou mesmo árvores.

O período de colheita manual das peras é feito durante um período entre 7 a 14 dias, dependendo da maturação dos frutos. O movimento para a apanha deve ser efetuado com uma torção, de baixo para cima, e não puxar, para evitar que a haste se separe do resto do fruto.
Depois de colhidos, os frutos devem ser preservados a uma temperatura entre 1ºC e 0ºC, com uma humidade relativa entre 90% e 95%.
O tempo de vida em ambiente normal é de aproximadamente 3 meses, mas pode ser mais, dependendo dos cultivares.
Se os frutos forem conservados em ambiente de atmosfera controlada, o tempo de vida aumenta substancialmente, podendo atingir os 12 meses.

Tamanho: 55-65 mm (Médio)

Formato: Oval/Piriforme

Epiderme: Fina e lisa

Cor: Amarela a verde clara

Cor da polpa: Branca

Características organolépticas: Rijs, firma, sumarenta e doce

PRODUÇÃO MUNDIAL

 

 

A produção mundial de peras rondava as 17 toneladas anuais, no período compreendido entre 2001 e 2003, tendo crescido para quase 1.8 milhões de hectares em 2004, num total de 63 países produtores. A nível mundial, os principais produtores de pera são a China, Itália, EUA, Espanha e Argentina, sendo a china o principal produtor, com uma média anual de 9 milhões de toneladas (quase exclusivamente espécies asiáticas). Outros países produtores destas peras incluem o Japão, Coreia do Norte e do Sul. Entre os produtores europeus, Itália é o principal (900mil toneladas), seguido de Espanha (627 mil toneladas). Outros países com produção acima das 100 mil toneladas incluem a Alemanha, Portugal, Argentina, Chile, Turquia, Rússia, França, Bélgica, África do Sul, Austrália e Irão. A Índia produz ambos os tipos de pera.

 

A pera é consumida maioritariamente em fresco, mas também enlatada, seca ou processada em puré ou sumo. Também existe em Inglaterra uma cidra de pera denominada “perry” e em França existe uma bebida alcoólica à base de pera semelhante a champagne. Na Europa Oriental e Central é produzido comercialmente brandy de pera, mas existe também bastante produção caseira a partir de cultivares antigos.

EM PORTUGAL

 

 

Em Portugal a região do Ribatejo e Oeste é, por excelência, a grande produtora de pera, com representatividade de 86% em área e 87% em produção, do total do Continente. A restante produção é distribuída por Leiria, Pinhel, Covilhã e Fundão. A área total de cultura nacional de pera ronda os 13.000 hectares e a produção anual ronda as 190.000 toneladas. 95% da produção nacional assenta na variedade/cultivar “Rocha”, sendo o restante volume respeitante às variedades “Passe Crassane”, “General Leclerc”, “Doyennédu Comice”, “Lawson”, “Carapinheira”, “Morettini”, “Clap’s Favourite”, “Pérola” e “D. Joaquina”. 

 

A época de comercialização realiza-se desde agosto até junho e cerca de metade da produção destina-se a Organizações de Produtores. 

 

 

 

Pera Rocha

 

 

Conta a história que em 1836 (há 180 anos atrás), na propriedade do Senhor Pedro António Rocha no concelho de Sintra, foi encontrada uma pera diferente. Com uma cor, textura e sabores diferenciadores, a Pera Rocha do Oeste é uma variedade muito atrativa, também porque tem excelente capacidade de conservação e é muito resistente ao manuseamento e transporte, possuindo pouca perda de sabor durante o período de conservação.

A pera Rocha do Oeste é um produto com DOP (Denominação de Origem Protegida), sendo uma variedade exclusivamente portuguesa. DOP é o nome atribuído a um produto cuja produção, transformação e elaboração ocorrem numa área geográfica delimitada, com um saber fazer reconhecido. O clima e o saber das gentes do Oeste foram determinantes para conduzir a um produto com qualidade excecional e características organoléticas reconhecidas em todo o Mundo. Prova disso mesmo é que cerca de 30% da produção já se destina a exportação para países como Reino Unido, Rússia, Brasil, Irlanda, França, Canadá, Espanha, entre outros, permitindo um saldo positivo na balança comercial.

Hoje em dia, a área de produção da pera Rocha do Oeste abrange os seguintes concelhos:
– Sintra, de onde é originária (estima-se que já só existam 120 ha de pereiras);
– Cadaval, Bombarral, Torres Vedras, Caldas da Rainha, Alcobaça, Lourinhã, Óbidos e Mafra.
– Apesar de com pouca representatividade, também se produz Pera Rocha no Alentejo, Trás-os-Montes, Minho, e Beira Interior.

Conta a história que em 1836 (há 180 anos atrás), na propriedade do Senhor Pedro António Rocha no concelho de Sintra, foi encontrada uma pera diferente. Com uma cor, textura e sabores diferenciadores, a Pera Rocha do Oeste é uma variedade muito atrativa, também porque tem excelente capacidade de conservação e é muito resistente ao manuseamento e transporte, possuindo pouca perda de sabor durante o período de conservação.

A pera Rocha do Oeste é um produto com DOP (Denominação de Origem Protegida), sendo uma variedade exclusivamente portuguesa. DOP é o nome atribuído a um produto cuja produção, transformação e elaboração ocorrem numa área geográfica delimitada, com um saber fazer reconhecido. O clima e o saber das gentes do Oeste foram determinantes para conduzir a um produto com qualidade excecional e características organoléticas reconhecidas em todo o Mundo. Prova disso mesmo é que cerca de 30% da produção já se destina a exportação para países como Reino Unido, Rússia, Brasil, Irlanda, França, Canadá, Espanha, entre outros, permitindo um saldo positivo na balança comercial.

Hoje em dia, a área de produção da pera Rocha do Oeste abrange os seguintes concelhos:
– Sintra, de onde é originária (estima-se que já só existam 120 ha de pereiras);
– Cadaval, Bombarral, Torres Vedras, Caldas da Rainha, Alcobaça, Lourinhã, Óbidos e Mafra.
– Apesar de com pouca representatividade, também se produz Pera Rocha no Alentejo, Trás-os-Montes, Minho, e Beira Interior.

COMPOSIÇÃO
NUTRICIONAL

 

Composição Nutricional por 100g de porção edível de pera

Pera (100g) % DDR
Energia (kcal) 47
Macronutrientes
Água (g) 85,1
Proteína (g) 0,3
Gordura Total (g) 0,4
Hidratos de Carbono Totais (g) 9,4
Fibra Alimentar (g) 2,2
Vitaminas
Vitamina A (Equivalentes de retinol, µg) 2 0,3
Vitamina D (µg) 0 0
Vitamina E (α-tocoferol, mg) 0,5 4,2
Vitamina B1 (Tiamina, mg) 0,02 1,8
Vitamina B2 (Riboflavina, mg) 0,02 1,4
Vitamina B3 (Niacina, mg) 0,2 1,3
Vitamina B6 (Piridoxina, mg) 0,02 1,4
Vitamina B12 (Cobalamina, µg) 0 0
Vitamina C (Ácido Ascórbico, mg) 3 3,8
Folatos (µg) 2 1
Minerais
Cinza (g) 0,36
Sódio (mg) 8
Potássio (mg) 150 7,5
Cálcio (mg) 9 1,1
Fósforo (mg) 10 1,4
Magnésio (mg) 9 2,4
Ferro (mg) 0,3 2,1
Zinco (mg) 0,2 2

Tabela de Composição de Alimentos. Centro de Segurança Alimentar e Nutrição.
Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge. (Adaptado de: http://www.insa.pt)

 

A qualidade nutricional da pera está essencialmente assente no seu conteúdo em fibra, vitaminas do complexo B, vitamina C e potássio. Quando está verde pode ser potencialmente indigesta. Quando o fruto está nas condições ideais, tem uma casca firme (sem cortes ou manchas). Para conservar o aroma e sabor deve ser guardada em local fresco e seco, evitando o recurso ao frigorífico. A pera é excelente para degustar ao natural, para também quando utilizada para sobremesas, bolos, compotas, cremes, sorvetes e para acompanhar queijos picantes de sabor forte.